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Artigo: O grande equívoco sobre o uso de defensivos agrícolas no Brasil


O Projeto de Lei que moderniza o sistema de  Registro de Defensivos Agrícolas no Brasil visa a correção de alguns parâmetros com o objetivo de melhorar a forma de analisar os pedidos de registro de produtos, equiparando a nossa legislação à de países como Estados Unidos, Japão, Austrália, Espanha dentre outros.


A legislação que regulamenta o registro de defensivos agrícolas, atualmente em vigor  no Brasil, tem mais de 30 anos e  se encontra completamente defasada. Enquanto países como EUA, Alemanha, Austrália e Argentina levam  em média 2,5 anos para liberar um produto  para uso, aqui em nosso país, o tempo de análise e expedição é de 8 a 10 anos. Dessa forma, quando conseguimos registrar um novo produto, este  já se encontra completamente defasado em relação ao resto do mundo.


A morosidade nos tira a possibilidade de utilizar tecnologias eficientes e modernas no combate às pragas e doenças que atacam as lavouras e, o mais grave, os produtos antigos e  ultrapassados que somos levados a aplicar aqui, certamente possuem menor eficiência, obrigando os agricultores a realizarem um maior número de aplicações por safra.


Mesmo assim, estudo feito pelo Professor Caio Carbonari, da Unesp de Botucatu, que relaciona o consumo total de defensivos agrícolas utilizados nas lavouras brasileiras com a área de cultivo, a cada safra,  coloca o Brasil na sétima posição, sendo que a liderança no uso de defensivos agrícolas fica com o Japão.


Isso desmonta o mito de que somos os maiores consumidores de defensivos agrícolas do mundo.  Quando relacionamos o total aplicado com a produção agrícola obtida,  o nosso país passa a ser o 11º do ranking, provando que somos muito eficientes na forma de produzir com sustentabilidade social, ambiental e econômica, fator que nos coloca como um dos líderes mundiais na produção de alimentos, fibras e energia obtida a partir de matéria prima renovável.


O que se pretende com a proposta de uma nova legislação é permitir que os produtores brasileiros consigam acessar o que existe de melhor e mais atual em termo de novas tecnologias existentes no mundo, porém  nos deparamos com ataques radicais  de alguns setores da sociedade.


Recentemente, o Ministério da Agricultura divulgou uma nota afirmando que os defensivos são essenciais à produção agrícola e à manutenção do alto nível produtivo da agricultura brasileira. Segundo o MAPA, a nova lei não pretende aumentar o risco quanto ao uso de produtos químicos, nem tornar o processo de registro negligente, não altera a sistemática do registro e nem permite que produtos que já foram banidos, por motivo de saúde ou ameaça ao meio ambiente, sejam registrados no nosso país.


A imagem negativa que se difunde do uso de defensivos agrícolas na produção de alimentos não tem conexão com a realidade. Existem mecanismos que nos garantem os níveis de segurança de resíduos de produtos químicos nos alimentos destinados ao consumo humano e animal. Além disso, com a nova lei, continuaremos a nos orientar pelas regras estabelecidas pelo Codex Alimentarius, organização internacional de referência para alimentos no Acordo sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio – OMC.


A polêmica que presenciamos a partir da discussão do relatório do  Projeto de Lei na Câmara dos Deputados, origina-se em grande parte em setores dentro do governo que não querem perder o poder de legislar de acordo com ideologias radicais, de ONG´s que sempre se aproveitam desses temas mais sensíveis para chamar a atenção e assim arrecadar mais recursos financeiros para os seus fundos e de pessoas completamente despreparadas para debater o assunto,  como alguns membros da classe artística, que se tivessem se dado ao trabalho de ler o que consta no Projeto de Lei, certamente teriam dificuldades para compreendê-lo, pois o tema é altamente específico e técnico.


Da mesma forma que eles combatem veementemente o uso de defensivos agrícolas nas lavouras brasileiras, deveriam rechaçar e deixar de utilizar os produtos para eliminar os  piolhos, parasitas de pele e vermes em humanos e aqueles que aplicamos nos animais de estimação para o combate a pulgas e vermes, pois todos são obtidos a partir dos mesmos ingredientes ativos químicos que são utilizados para o combate de pragas nas lavouras. Essas pessoas e instituições, invés de criticar e lançar na mídia falsas notícias, deveriam se unir aos brasileiros que desejam um país mais competitivo, mais justo e mais sustentável.


Marcio Portocarrero
Eng. Agronômo, diretor da ABRAPA, ex-presidente do CREA-MS

FENEMI assegura participação do Comitê de Refrigeração na reunião plenária no Confea

Por intermédio da Federal Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), o Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração tem participação confirmada na próxima reunião plenária do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), que será realizada no próximo dia 5 de julho, em Brasília.

A solicitação partiu do próprio Comitê, por meio de seu membro, o presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar de São Paulo (Sindratar-SP), eng. mec. Carlos Trombini. Ciente da importância da demanda levantada, o presidente da FENEMI, eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, intermediou a solicitação assegurando acento ao Comitê na plenária.

Em pauta, o Comitê irá expor preocupações e demandas relacionadas ao conflito Confea/CAU. A FENEMI também será representada na reunião. “São assuntos de extremo interesse da categoria profissional de Engenheiros Mecânicos e merecem a atenção do Conselho Federal na discussão”, justifica o presidente da instituição.

Comitê – O grupo é formado por entidades ligadas ao setor de climatização e refrigeração: ABRAVA - Associação Brasileira de 
Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento; ANPRAC - Associação Nacional dos Profissionais de Ar Condicionado; ASBRAV - Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação); Rede SINDIAR (CE); SINDRATAR/BA/PE/RJ/RS/SP - Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar nos Estados da Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul; SIMMEF - Sindicato da Indústria Metal Mecânica de Florianópolis) e das entidades que compõem o Grupo de Trabalho de Sistemas Prediais (GTSP) (ABRAVA, ABRASIP - Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais; ABRAFAC - Associação Brasileira de Facilities; ABRINSTAL - Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência de Instalações; BCA Building Comissioning Association, Instituto de Engenharia; SINDINSTALAÇÂO - Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Estado de São Paulo e SINDRATAR-SP.

Diretor da FENEMI recebe título de cidadão honorário de Divinópolis

Será nesta sexta-feira, dia 29 de junho, a solenidade de entrega do título de cidadão honorário de Divinópolis (MG) ao 2º vice-presidente da FENEMI, eng. mec. Josias Gomes Ribeiro Filho. A homenagem é feita pela Câmara Municipal e terá início às 19h. 

Por proposição do vereador Josafá Anderson, Josias recebe a honraria que é concedida a pessoas que não nasceram em Divinópolis, e que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento econômico e social da cidade. 

Natural de Araçuaí (MG), Josias é engenheiro mecânico e mestre em Administração. Tem profícua carreira acadêmica e institucional, tendo ocupado cargos de diretoria em sindicatos e associações profissionais. Também contribuiu para implantação de cursos e campus, tendo sido um dos grandes responsáveis pelo CEFET-MG Divinópolis, que hoje conta com cerca de 1000 alunos matriculados em cursos técnicos e superiores. Josias ocupa ainda o cargo de conselheiro do CREA-MG, sendo coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Mecânica e Metalurgia.

Brasileira é eleita membro do comitê das pessoas com deficiência da ONU

A deputada federal Mara Grabilli é a primeira especialista brasileira a integrar o Comitê sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas. A eleição ocorreu em Nova Iorque, Estados Unidos, durante a 11ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realizada no dia 12 de junho. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) foi representado no evento pelo eng. mec. Ronald do Monte Santos.

A conferência – cujo tema central em 2018 é "Deixando ninguém para trás através da implementação completa da CDPD" – proporciona o intercâmbio de experiências e a aproximação entre as nações que estão trabalhando para a implementação da Convenção e, no Brasil, da Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Daí a importância da participação do Confea na agenda internacional, considerando o papel fundamental do Conselho voltado para a fiscalização do exercício profissional e as atividades da Engenharia com foco na acessibilidade.

Comissão temática

No Confea, o assunto direitos e deficiência ganhou atenção da Comissão Temática Acessibilidade e Equipamentos, cujo objetivo, entre outros, foi divulgar a legislação, normas e regulamentos, necessidades e oportunidades relacionadas à acessibilidade para os profissionais da Engenharia e Agronomia; além de manter interação permanente com as Coordenadorias Nacionais de Câmaras Especializadas dos Creas e entidades específicas do tema para atualização das normas sobre acessibilidade e equipamentos.

O presidente da Federação Nacional da Indústria Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, integrou a comissão e colaborou na elaboração da cartilha da Acessibilidade, um documento que visa orientar os profissionais do Sistema Confea/Crea na hora de projetar edificações, tecnologias e serviços e é baseada nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), legislações federais, expressões técnicas como desenho universal e orientações para instalação de elevador e plataforma elevatória, por exemplo.


Com informações do Confea.
Foto: Sabrina Borba (GRI)

Inscrições abertas para a Soea

Até o dia 22 de junho, as inscrições para a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (Soea) seguem abertas com valores com desconto. A 75ª Soea será realizada em Maceió, Alagoas, entre os dias 21 e 24 de agosto. Confira os valores:

 


  Até 22/06/2018 – sexta-feira:

– Profissionais com registro ou visto do Crea-AL: R$ 350,00;
– Profissionais com registro ou visto fora de AL: R$ 450,00;
– Estudantes de cursos de graduação em profissões normatizadas e fiscalizados pelo Sistema Confea/Crea: R$ 200,00;
– Acompanhantes (necessário indicar o CPF do titular da inscrição): R$ 200,00 ;
– Graduados e Pós-Graduandos que apresentarem trabalhos aprovados no Contecc: R$ 200,00;
– Outros: R$ 550,00.

 


A partir de 23/06/2018 – sábado:

– Profissionais com registro ou visto do Crea-AL: R$ 450,00;
– Profissionais com registro ou visto fora de Alagoas: R$ 550,00;
– Estudantes de cursos de graduação em profissões normatizadas e fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea: R$ 250,00;
– Acompanhantes (necessário indicar o CPF do titular da inscrição): R$ 250,00;
– Graduados e Pós-Graduandos que apresentarem trabalhos aprovados no Contecc: R$ 250,00;
– Outros: R$ 650,00.

 


Para inscrever-se, acesse http://inscricoes.confea.org.br/Account/Register

FENEMI apoia eventos nacionais da Engenharia Mecânica e Industrial

O presidente da Federação Nacional da Indústria Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, aposta no apoio aos eventos direcionados ao setor como ferramenta de fortalecimento da instituição. “Acreditamos no estímulo ao aperfeiçoamento profissional e fomento às novas tecnologias como essenciais ao desenvolvimento das Engenharias”, declarou.

Somente neste ano, a FENEMI apoiou 10 eventos da área, com previsão de mais alguns até o fim do ano. Em abril, São Paulo sediou dois dos encontros mais importantes do setor com as feiras Mecânica 2018 e FEIMEC 2018. Realizada entre os dias 24 e 28 de abril, a Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (FEIMEC) reuniu 460 expositores e 900 marcas, nacionais e internacionais, na São Paulo Expo.


O segundo vice-presidente da FENEMI, eng. mec. Josias Gomes Ribeiro Filho representou a instituição na Feira. Segundo Josias, no evento é possível conhecer as mais sofisticadas e modernas máquinas e equipamentos para a indústria metal mecânica à disposição no mercado brasileiro. “Em visita aos stands pudemos constatar o incremento da adoção da metodologia da Indústria 4.0 no País a partir dos equipamentos e softwares à disposição do mercado brasileiro. A FEIMEC apresentou essa poderosa ferramenta já utilizada na Europa e EUA por meio de fabricantes da indústria robótica presentes esse ano”, destacou.


Outros pontos de destaques apontados por Josias foram os Centros de Usinagem CNC, com equipamentos ultramodernos como fresadoras e tornos automáticos de 5 eixos, além da indústria de instrumento de medição, equipamentos hidráulicos e pneumáticos e bombeamento e tratamentos termoquímicos. 


“A visita à FEIMEC me permitiu conversar com dezenas de representantes dos diversos segmentos da Industria de fabricação de Máquinas e equipamentos de última geração. Em sua grande maioria esses representantes são profissionais da Engenharia com destaque para as modalidades Mêcanica, Mecatrônica, Produção e Metalurgia”, concluiu.

Mais informações sobre a FEIMEC podem ser acessadas no site www.feimec.com.br 
 

Dia do Engenheiro Mecânico é celebrado nesta terça-feira, 05 de junho

O Dia do Engenheiro Mecânico foi inserido oficialmente no calendário de datas comemorativas do Sistema Confea, em novembro de 2017. A data é uma referência ao nascimento do industrial Delmiro Gouveia (1863-1917), considerado um pioneiro da interiorização do desenvolvimento do país.

Mais do que uma homenagem, a data reforça o papel do Engenheiro Mecânico e fortalece toda uma categoria. Segundo o presidente da FENEMI e da ABEMEC-MS, Eng. Mec. Marco Aurélio Candia Braga, a iniciativa promove não somente a valorização profissional, mas une forças em prol da Engenharia em todo o País.

“A categoria tem lutado ano a ano em busca do desenvolvimento tecnológico, científico e da representação dos profissionais e essa homenagem vai ao encontro dessa premissa”.

Atuando junto aos mais de 100 mil novos engenheiros que ingressam no mercado de trabalho, todos os anos, segundo o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o Engenheiro Mecânico atua diretamente nas indústrias de base mecânica, mineração, alimentos, eletrodomésticos, produção de veículos, entre outras e segue contribuindo de forma ativa para o desenvolvimento econômico e sustentável do Brasil.

Parabéns, Engenheiros Mecânicos!

FENEMI apoia SEREMAQ 2018

A segunda edição do Seminário Regional de Segurança de Máquinas – SEREMAQ 2018 será realizada no dia 29 de junho, em Goiânia, GO. O evento reúne especialistas e renomados palestrantes em segurança e conta com o apoio institucional da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI). As inscrições estão abertas e podem ser feitas on-line e são gratuitas.

O evento é realizado pelo Instituto de Perícia e Educação Gerencial (INPEG) e pelo Sistema Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos). Dentre os temas abordados no encontro está o caminho correto para a segurança de máquinas, que tratará, dentre outros assuntos, sobre a NR-12, NBR ISO 12100 e dispositivos de segurança.

Serviço
SEREMAQ 2018
Data: 29/06/2018
Horário: 8h às 18h
Local: Av. Araguaia, 1544 - Leste Vila Nova, Goiânia – GO
Auditório: João Bênnio na FIEG
Saiba mais, clicando aqui
http://www.abimaq.org.br/COMUNICACOES/2018/PROJETOS/SEREMAQ/emm/seremaq2018-emm_.html

Nota de apoio à paralisação dos caminhoneiros

A Federação Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI) vem a público manifestar seu posicionamento contrário aos sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis ao consumidor final e intermediário. Tal prática tem levado nossos produtos e serviços internos a uma não competitividade o que inviabiliza o avanço de nossa indústria e a geração de postos de trabalho, bem como atrapalha a agregação de valor aos nossos produtos. Tal elevação dos preços tem como fator preponderante a excessiva carga tributária aplicada e que precisa ser revista.

A FENEMI apoia toda a iniciativa democrática de busca por melhores condições e crescimento interno. Incluindo nesse apoio ao protesto dos caminhoneiros, que paralisaram suas atividades contra o aumento abusivo do preço do óleo diesel.

BIM ganha estratégia nacional para redução dos custos da construção

Na última semana, o presidente da República, Michel Temer, anunciou a publicação do decreto que cria a Estratégia Nacional para a Disseminação do Building Information Modeling, o BIM. O anúncio foi feito durante a abertura do 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que está sendo realizado em Florianópolis, Santa Catarina.

A medida tem por objetivo disseminar e induzir a democratização do uso desse conjunto de processos construtivos em todas as obras e projetos realizados pelas diversas esferas do governo federal. O decreto estabelece metas de redução dos custos da construção em 9,7% e de aumento da produtividade em 10% caso a adoção dos processos BIM pelas empresas se multiplique por dez, num prazo de 10 anos. Alcançadas, essas metas poderão render acréscimo projetado de 28,9% no PIB da indústria da construção. “É tudo o que o gestor busca, inclusive no setor público”, discursou o ministro Marcos Lima, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Para o presidente da FENEMI, eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, a democratização do BIM é muito positivo para a Indústria da Construção nacional. “Estamos caminhando para o futuro da construção civil, com redução de custos e melhor aproveitamento de mão de obra e materiais”, afirmou.

Já o vice-presidente da FENEMI, eng. mec. Gutemberg Rios, acredita que a metodologia do BIM não se limita aos impactos de controle de custos. “Redução tanto do tempo de execução e coordenação das interfaces de área dos empreendimentos, de fato contribuirá para toda a gestão dos ativos imobilizados, na medida em que cria um ‘prontuário’ das instalações, hoje matéria de difícil acesso mesmo com as atuais técnicas. Tal histórico de informações permitirá à indústria nacional uma maior acurácia na implantação de métodos preditivos de manutenção, permitindo uma efetiva gestão, não apenas da implantação, mas sua operacionalização e manutenção, reduzindo custos e tempo da tomada de decisão”, destacou.

BIM - A assinatura do decreto é passo decisivo para a democratização do uso do BIM, inovação tecnológica que revoluciona o processo construtivo, objetivo estratégico da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Articuladora da medida junto ao governo federal, a CBIC tem trabalhado em correalização com o SENAI Nacional para garantir que empresas médias e pequenas também adotem o BIM nos seus empreendimentos e projetos, com vistas a conquistar mais produtividade, transparência e economicidade. “O governo federal, como grande cliente, têm o poder de induzir o uso do BIM por todo o mercado. Haverá um ganho significativo de gestão, transparência e produtividade. Isso interessa a todos”, diz José Carlos Martins, presidente da CBIC.

CBIC/ENIC – O ENIC é promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e realizado pela Associação dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil de Santa Catarina (ASICC), e traz como tema “Inovar e crescer, construindo um país melhor”. 

Com informações da Assessoria de Imprensa da CBIC

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