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Entidades de Sistemas Prediais pedem apoio ao Confea

Grupo de entidades que representam sistemas prediais  - representando 17 entidades,  algumas delas  do Grupo de Trabalho  de Sistemas Prediais ligado à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e ao Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração -  pede apoio do Confea em conflito de competências que envolvem o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e a Resolução 21, que extrapola ao relacionar as competências dos arquitetos. Para tanto, apresentaram o documento “As atribuições profissionais nos campos de atuação das Engenharias e o CAU-BR”.

 

 

 

O documento explicita claramente as atribuições de cada profissão, e tem servido para mediar conflitos, nortear teses, inclusive no Ministério Público Federal (MPF) e na Procuradoria Geral da República (PGR).  “Oferecemos esse trabalho que precisa ser discutido e até ampliado, se for o caso, para subsidiar tecnicamente os juízes nas suas decisões. Precisamos instruí-los porque estão sendo induzidos ao erro”, disse o representante da  Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (Abrasip), Paulo Barreto. Durante o debate, o conselheiro William frisou a diferença entre diretriz curricular e conteúdo integralizado – o que efetivamente foi cursado e que deve servir de base para definição das atribuições na hora das decisões judiciais. Segundo os engenheiros, houve má-fé desde o início quando induziram o legislador a um erro e, agora, os juízes ao colocarem na lei diretriz curricular. “Não estão em discussão as atribuições de atividades dos Arquitetos, mas sim as atribuições de campos de atuação”, ponderou o palestrante Barreto.


Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar de São Paulo (Sindratar-SP), Carlos Eduardo Trombini, é preciso colocar as coisas em seu devido lugar.  “A sociedade clama por ordem e por progresso. Somos 17 entidades unidas a fim de buscar resultado. Aqui são 18 conselheiros que representam milhões e uma falta de articulação nossa pode prejudicar todos esses profissionais e colocar em risco a sociedade da maneira como hoje essas atividades vêm sendo inadequadamente exercida por outros profissionais”. O grupo de entidade afirma que essa situação coloca em risco a sociedade, constrange profissionais, distribuidoras de energia e Corpos de Bombeiros, causa insegurança jurídica e tem perdurado por tempo longo demais sem definição clara e definitiva.

Os palestrantes saíram satisfeitos com a repercussão do documento junto ao Plenário.  “Vimos aqui a sensibilização dos conselheiros sobre esse conflito. Temos a esperança de criar uma única voz, que coordene todas as ações – hoje isoladas – a fim de reverter esse cenário“, disse Trombini.
Confira o documento: Apresentação Sindratar

  

Fernanda Pimentel
Equipe de Comunicação do Confea

Comitê de Refrigeração participa de plenária no Confea

Representantes do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração participaram da plenária do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, realizada no último dia 27, em Brasília. A presença do Comitê foi assegurada por intermédio do presidente da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga. Na plenária, conduzida pelo vice-presidente do Conselho, eng. Edson Delgado, o grupo apresentou um estudo sobre atribuições profissionais das Engenharias em contraponto ao CAU/BR. 

Para o presidente da FENEMI, a oportunidade da participação na plenária é reflexo de um movimento de apoio mútuo entre as entidades. “Vamos nos unir em prol do nosso interesse maior. Viemos aqui para somar com as entidades. Nossa primeira luta foi o PMOC e vamos continuar trabalhando juntos em favor da Engenharia”, afirmou. 

Representando também o Grupo de Trabalho de Sistemas Prediais, o presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento do Ar de São Paulo (Sindratar-SP), eng. mec. Carlos Trombini, destacou que a união entre as entidades permitiu a discussão com consequente elaboração de um estudo sobre as atribuições profissionais da Engenharia, objetivo principal da participação na plenária.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (Abrasip), eng. eletric. Paulo Barreto, representando 17 entidades de todo o País não ligadas ao Sistema Confea/Crea e Mútua, apresentou um estudo sobre as atribuições profissionais nos campos de atuação das Engenharias e o CAU/BR. Para Barreto, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo promoveu uma “invasão de atribuições com suas resoluções e atitudes frentes às Engenharias”. O sistema de entidades tem sido atuante nos debates e ações em favor das Engenharias.

Por meio de um panorama histórico sobre atribuições profissionais, Barreto falou sobre legislação de atribuições profissionais e campos de atuação nas Engenharias e na Arquitetura. Após a apresentação, conselheiros federais contribuíram para o debate.

Participou também o presidente da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento, eng. mec. Arnaldo Basile Junior.


A apresentação na íntegra pode ser conferida no link https://www.youtube.com/watch?v=xHrsjf4wLEo a partir da hora 5:54.
 
Foto: Confea

Receita Federal abre inscrições para peritos em Natal (RN)

A Receita Federal do Brasil (RFB) abriu, nessa segunda-feira (30), inscrições para nova seleção de peritos no município de Natal-RN. As inscrições seguem até o dia 16 de agosto, somando 45 vagas em cargos de nível superior.

Os contratados prestarão serviços de perícia técnica de produtos e mercadorias, totalmente autônomo, tendo a remuneração de acordo com a quantidade trabalhada, credenciado no prazo de dois anos, contados a partir da publicação da portaria, podendo ser prorrogado uma única vez.

Os candidatos devem realizar a inscrição diretamente na Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Natal, localizada no Porto de Natal na Av. Hildebrando de Góis, 220, Ribeira, Natal/RN. Sendo permitido apenas candidatos que reside nos estados em que a 4° RF abrange.

As vagas são para áreas de Arqueação de Embarcação (8), Engenharia Civil (2), Engenharia Elétrica (4), Engenharia Eletrônica (4), Engenharia da Computação (4), Engenharia Química (4), Engenharia Mecânica (4), Engenharia dos Materiais (3), Engenheiro Geológico (3), Engenheiro Metalúrgico (3), Engenharia de Petróleo (3) e Engenheiro Aeronáutico (3).

Confea promove 75° edição da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA)

De 21 a 24 de agosto acontece a 75° edição da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), no Centro Cultural de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió (AL), tendo como tema neste ano “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil”. O encontro anual reúne engenheiros, agrônomos, meteorologistas, geólogos, geógrafos de todos os estados, discutindo o desenvolvimento e a infraestrutura brasileira.

Na mesma semana, entre os dias 22 a 24 de agosto, será realizado o V Contecc (Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia), já integrado a programação oficial, com o tema “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil” trazendo debate de diversos temas e divulgação dos trabalhos técnicos e científicos desenvolvidos em instituições brasileiras.

O evento tem como proposta fortalecer e valorizar a atuação das profissões tecnológicas, destacando a importância desta área para a retomada do crescimento econômico brasileiro. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://inscricoes.confea.org.br/Account/Register

Caixa Econômica Federal abre inscrições para acadêmicos de Engenharia Mecânica

Estão abertas as inscrições para seleção de estagiários pela Caixa Econômica Federal, para estudantes de Arquitetura/Urbanismo e Engenharias. A bolsa é de R$ 1.000,00, podendo se candidatar estudantes de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica, Engenharia Agronomia/Agrícola, Engenharia Mecânica e Engenharia de Telecomunicações. Basta estar cursando entre 5º e 9º semestres.

Interessados podem realizar a pré-inscrição pelo site: http://www.ciee.org.br/portal/estudantes/pe/pseletivo/index_caixa_continuo_arquitetura.asp, até o dia 05 de outubro de 2018. Após o prazo, uma lista de espera será divulgada para a convocação dos pré-selecionados realizarem prova on-line e entrevista, logo, o candidato fica condicionado ao surgimento de vagas de acordo com a região escolhida.

Ao ser convocado para a entrevista, será feito contato com os candidatos, via e-mail e telefone, se não houver retorno, automaticamente o estudante será eliminado do processo, seguindo vaga para o próximo candidato da lista. acesse regulamento.

Fonte: https://www.concursonews.com/2018/07/estagio-caixa.html

Ações de divulgação do segundo semestre de 2018 são aprovadas pelo Conselho de Comunicação do Confea

Atento à necessidade de ampliar a divulgação das profissões do Sistema Confea/Crea e Mútua para a sociedade, enfatizando a importância, as atribuições e a responsabilidade dos profissionais da área tecnológica, o Conselho de Comunicação e Marketing do Confea (CCM) aprovou o Plano de Comunicação (2018-2020), mediante proposta estruturada no âmbito da Superintendência de Estratégia e Gestão (SEG) pela Gerência de Comunicação e Marketing (GCO) com a participação da Gerência de Planejamento e Gestão (GPG) e efetiva contribuição do CCM. O documento seguirá agora para apreciação da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais) e aprovação em Plenário

 

Ações de comunicação do Confea terão reforço nos próximos meses
Ações de comunicação do Confea terão reforço nos próximos meses

 

Alinhado à Agenda Estratégica, ao Programa de Gestão e ao Plano Anual de Trabalho do Federal, o documento prevê ações que irão promover a valorização profissional e, ao mesmo tempo, garantir a segurança e a defesa da população. Para isso, serão realizadas campanhas de divulgação de conteúdos de caráter educativo, informativo e de orientação social.

O presidente do Confea, eng. civ. Joel Krüger, parabenizou os integrantes do CCM pelo trabalho realizado nos últimos meses e as campanhas de valorização profissional realizadas. “Graças a participação ativa de todos os integrantes do Conselho de Comunicação e Marketing temos realizado campanhas criativas e que mostram a importância de nossas profissões na defesa da sociedade”, ressaltou. 

Participaram da reunião o eng. prod. mec. Zerisson de Oliveira Neto (representante da CAIS), eng. civ. Ana Adalgisa Dias Paulino (representante do Colégio de Presidentes), eng. mec. Marco Aurélio Candia Braga (representante do Colégio de Entidades Nacionais), eng. agr. Kléber Souza dos Santos (representante das Coordenadorias de Câmaras Especializadas dos Creas), jornalista Margareth Vicente (representante da Mútua), eng. agr. Alceu Fernandes Molina Júnior (superintendente de Estratégia e Gestão do Confea), jornalista Felipe Augusto Pasqualini (gerente de Comunicação e Marketing do Confea)  a jornalista do Crea-SE, Íris Valéria Santos de Azevedo, (convidada da área de comunicação dos Creas), além dos publicitários e funcionários do Confea, Sílvia Girardi e João Anastácio. 

Fórum
Compete ao CCM formular e implementar a política editorial do Confea, conforme o art. 69 do Regimento do Federal, aprovado pela Resolução nº 1.015, de 2006. O fórum tem ainda as atribuições de apreciar e deliberar sobre o plano de comunicação institucional do Confea; supervisionar a execução e avaliar os resultados da implementação do plano de comunicação; apreciar projetos editoriais para os veículos de comunicação a serem encaminhados ao Plenário para aprovação; e decidir sobre programas, projetos e ações submetidas à sua apreciação, de acordo com o plano de comunicação. 

Equipe de Comunicação do Confea

Artigo: O grande equívoco sobre o uso de defensivos agrícolas no Brasil


O Projeto de Lei que moderniza o sistema de  Registro de Defensivos Agrícolas no Brasil visa a correção de alguns parâmetros com o objetivo de melhorar a forma de analisar os pedidos de registro de produtos, equiparando a nossa legislação à de países como Estados Unidos, Japão, Austrália, Espanha dentre outros.


A legislação que regulamenta o registro de defensivos agrícolas, atualmente em vigor  no Brasil, tem mais de 30 anos e  se encontra completamente defasada. Enquanto países como EUA, Alemanha, Austrália e Argentina levam  em média 2,5 anos para liberar um produto  para uso, aqui em nosso país, o tempo de análise e expedição é de 8 a 10 anos. Dessa forma, quando conseguimos registrar um novo produto, este  já se encontra completamente defasado em relação ao resto do mundo.


A morosidade nos tira a possibilidade de utilizar tecnologias eficientes e modernas no combate às pragas e doenças que atacam as lavouras e, o mais grave, os produtos antigos e  ultrapassados que somos levados a aplicar aqui, certamente possuem menor eficiência, obrigando os agricultores a realizarem um maior número de aplicações por safra.


Mesmo assim, estudo feito pelo Professor Caio Carbonari, da Unesp de Botucatu, que relaciona o consumo total de defensivos agrícolas utilizados nas lavouras brasileiras com a área de cultivo, a cada safra,  coloca o Brasil na sétima posição, sendo que a liderança no uso de defensivos agrícolas fica com o Japão.


Isso desmonta o mito de que somos os maiores consumidores de defensivos agrícolas do mundo.  Quando relacionamos o total aplicado com a produção agrícola obtida,  o nosso país passa a ser o 11º do ranking, provando que somos muito eficientes na forma de produzir com sustentabilidade social, ambiental e econômica, fator que nos coloca como um dos líderes mundiais na produção de alimentos, fibras e energia obtida a partir de matéria prima renovável.


O que se pretende com a proposta de uma nova legislação é permitir que os produtores brasileiros consigam acessar o que existe de melhor e mais atual em termo de novas tecnologias existentes no mundo, porém  nos deparamos com ataques radicais  de alguns setores da sociedade.


Recentemente, o Ministério da Agricultura divulgou uma nota afirmando que os defensivos são essenciais à produção agrícola e à manutenção do alto nível produtivo da agricultura brasileira. Segundo o MAPA, a nova lei não pretende aumentar o risco quanto ao uso de produtos químicos, nem tornar o processo de registro negligente, não altera a sistemática do registro e nem permite que produtos que já foram banidos, por motivo de saúde ou ameaça ao meio ambiente, sejam registrados no nosso país.


A imagem negativa que se difunde do uso de defensivos agrícolas na produção de alimentos não tem conexão com a realidade. Existem mecanismos que nos garantem os níveis de segurança de resíduos de produtos químicos nos alimentos destinados ao consumo humano e animal. Além disso, com a nova lei, continuaremos a nos orientar pelas regras estabelecidas pelo Codex Alimentarius, organização internacional de referência para alimentos no Acordo sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio – OMC.


A polêmica que presenciamos a partir da discussão do relatório do  Projeto de Lei na Câmara dos Deputados, origina-se em grande parte em setores dentro do governo que não querem perder o poder de legislar de acordo com ideologias radicais, de ONG´s que sempre se aproveitam desses temas mais sensíveis para chamar a atenção e assim arrecadar mais recursos financeiros para os seus fundos e de pessoas completamente despreparadas para debater o assunto,  como alguns membros da classe artística, que se tivessem se dado ao trabalho de ler o que consta no Projeto de Lei, certamente teriam dificuldades para compreendê-lo, pois o tema é altamente específico e técnico.


Da mesma forma que eles combatem veementemente o uso de defensivos agrícolas nas lavouras brasileiras, deveriam rechaçar e deixar de utilizar os produtos para eliminar os  piolhos, parasitas de pele e vermes em humanos e aqueles que aplicamos nos animais de estimação para o combate a pulgas e vermes, pois todos são obtidos a partir dos mesmos ingredientes ativos químicos que são utilizados para o combate de pragas nas lavouras. Essas pessoas e instituições, invés de criticar e lançar na mídia falsas notícias, deveriam se unir aos brasileiros que desejam um país mais competitivo, mais justo e mais sustentável.


Marcio Portocarrero
Eng. Agronômo, diretor da ABRAPA, ex-presidente do CREA-MS

FENEMI assegura participação do Comitê de Refrigeração na reunião plenária no Confea

Por intermédio da Federal Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), o Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração tem participação confirmada na próxima reunião plenária do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), que será realizada no próximo dia 5 de julho, em Brasília.

A solicitação partiu do próprio Comitê, por meio de seu membro, o presidente do Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar de São Paulo (Sindratar-SP), eng. mec. Carlos Trombini. Ciente da importância da demanda levantada, o presidente da FENEMI, eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, intermediou a solicitação assegurando acento ao Comitê na plenária.

Em pauta, o Comitê irá expor preocupações e demandas relacionadas ao conflito Confea/CAU. A FENEMI também será representada na reunião. “São assuntos de extremo interesse da categoria profissional de Engenheiros Mecânicos e merecem a atenção do Conselho Federal na discussão”, justifica o presidente da instituição.

Comitê – O grupo é formado por entidades ligadas ao setor de climatização e refrigeração: ABRAVA - Associação Brasileira de 
Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento; ANPRAC - Associação Nacional dos Profissionais de Ar Condicionado; ASBRAV - Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação); Rede SINDIAR (CE); SINDRATAR/BA/PE/RJ/RS/SP - Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar nos Estados da Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul; SIMMEF - Sindicato da Indústria Metal Mecânica de Florianópolis) e das entidades que compõem o Grupo de Trabalho de Sistemas Prediais (GTSP) (ABRAVA, ABRASIP - Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais; ABRAFAC - Associação Brasileira de Facilities; ABRINSTAL - Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência de Instalações; BCA Building Comissioning Association, Instituto de Engenharia; SINDINSTALAÇÂO - Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Estado de São Paulo e SINDRATAR-SP.

Diretor da FENEMI recebe título de cidadão honorário de Divinópolis

Será nesta sexta-feira, dia 29 de junho, a solenidade de entrega do título de cidadão honorário de Divinópolis (MG) ao 2º vice-presidente da FENEMI, eng. mec. Josias Gomes Ribeiro Filho. A homenagem é feita pela Câmara Municipal e terá início às 19h. 

Por proposição do vereador Josafá Anderson, Josias recebe a honraria que é concedida a pessoas que não nasceram em Divinópolis, e que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento econômico e social da cidade. 

Natural de Araçuaí (MG), Josias é engenheiro mecânico e mestre em Administração. Tem profícua carreira acadêmica e institucional, tendo ocupado cargos de diretoria em sindicatos e associações profissionais. Também contribuiu para implantação de cursos e campus, tendo sido um dos grandes responsáveis pelo CEFET-MG Divinópolis, que hoje conta com cerca de 1000 alunos matriculados em cursos técnicos e superiores. Josias ocupa ainda o cargo de conselheiro do CREA-MG, sendo coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Mecânica e Metalurgia.

Brasileira é eleita membro do comitê das pessoas com deficiência da ONU

A deputada federal Mara Grabilli é a primeira especialista brasileira a integrar o Comitê sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas. A eleição ocorreu em Nova Iorque, Estados Unidos, durante a 11ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, realizada no dia 12 de junho. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) foi representado no evento pelo eng. mec. Ronald do Monte Santos.

A conferência – cujo tema central em 2018 é "Deixando ninguém para trás através da implementação completa da CDPD" – proporciona o intercâmbio de experiências e a aproximação entre as nações que estão trabalhando para a implementação da Convenção e, no Brasil, da Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Daí a importância da participação do Confea na agenda internacional, considerando o papel fundamental do Conselho voltado para a fiscalização do exercício profissional e as atividades da Engenharia com foco na acessibilidade.

Comissão temática

No Confea, o assunto direitos e deficiência ganhou atenção da Comissão Temática Acessibilidade e Equipamentos, cujo objetivo, entre outros, foi divulgar a legislação, normas e regulamentos, necessidades e oportunidades relacionadas à acessibilidade para os profissionais da Engenharia e Agronomia; além de manter interação permanente com as Coordenadorias Nacionais de Câmaras Especializadas dos Creas e entidades específicas do tema para atualização das normas sobre acessibilidade e equipamentos.

O presidente da Federação Nacional da Indústria Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, integrou a comissão e colaborou na elaboração da cartilha da Acessibilidade, um documento que visa orientar os profissionais do Sistema Confea/Crea na hora de projetar edificações, tecnologias e serviços e é baseada nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), legislações federais, expressões técnicas como desenho universal e orientações para instalação de elevador e plataforma elevatória, por exemplo.


Com informações do Confea.
Foto: Sabrina Borba (GRI)

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