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Nota de apoio à paralisação dos caminhoneiros

A Federação Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI) vem a público manifestar seu posicionamento contrário aos sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis ao consumidor final e intermediário. Tal prática tem levado nossos produtos e serviços internos a uma não competitividade o que inviabiliza o avanço de nossa indústria e a geração de postos de trabalho, bem como atrapalha a agregação de valor aos nossos produtos. Tal elevação dos preços tem como fator preponderante a excessiva carga tributária aplicada e que precisa ser revista.

A FENEMI apoia toda a iniciativa democrática de busca por melhores condições e crescimento interno. Incluindo nesse apoio ao protesto dos caminhoneiros, que paralisaram suas atividades contra o aumento abusivo do preço do óleo diesel.

BIM ganha estratégia nacional para redução dos custos da construção

Na última semana, o presidente da República, Michel Temer, anunciou a publicação do decreto que cria a Estratégia Nacional para a Disseminação do Building Information Modeling, o BIM. O anúncio foi feito durante a abertura do 90º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que está sendo realizado em Florianópolis, Santa Catarina.

A medida tem por objetivo disseminar e induzir a democratização do uso desse conjunto de processos construtivos em todas as obras e projetos realizados pelas diversas esferas do governo federal. O decreto estabelece metas de redução dos custos da construção em 9,7% e de aumento da produtividade em 10% caso a adoção dos processos BIM pelas empresas se multiplique por dez, num prazo de 10 anos. Alcançadas, essas metas poderão render acréscimo projetado de 28,9% no PIB da indústria da construção. “É tudo o que o gestor busca, inclusive no setor público”, discursou o ministro Marcos Lima, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Para o presidente da FENEMI, eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, a democratização do BIM é muito positivo para a Indústria da Construção nacional. “Estamos caminhando para o futuro da construção civil, com redução de custos e melhor aproveitamento de mão de obra e materiais”, afirmou.

Já o vice-presidente da FENEMI, eng. mec. Gutemberg Rios, acredita que a metodologia do BIM não se limita aos impactos de controle de custos. “Redução tanto do tempo de execução e coordenação das interfaces de área dos empreendimentos, de fato contribuirá para toda a gestão dos ativos imobilizados, na medida em que cria um ‘prontuário’ das instalações, hoje matéria de difícil acesso mesmo com as atuais técnicas. Tal histórico de informações permitirá à indústria nacional uma maior acurácia na implantação de métodos preditivos de manutenção, permitindo uma efetiva gestão, não apenas da implantação, mas sua operacionalização e manutenção, reduzindo custos e tempo da tomada de decisão”, destacou.

BIM - A assinatura do decreto é passo decisivo para a democratização do uso do BIM, inovação tecnológica que revoluciona o processo construtivo, objetivo estratégico da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Articuladora da medida junto ao governo federal, a CBIC tem trabalhado em correalização com o SENAI Nacional para garantir que empresas médias e pequenas também adotem o BIM nos seus empreendimentos e projetos, com vistas a conquistar mais produtividade, transparência e economicidade. “O governo federal, como grande cliente, têm o poder de induzir o uso do BIM por todo o mercado. Haverá um ganho significativo de gestão, transparência e produtividade. Isso interessa a todos”, diz José Carlos Martins, presidente da CBIC.

CBIC/ENIC – O ENIC é promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e realizado pela Associação dos Sindicatos da Indústria da Construção Civil de Santa Catarina (ASICC), e traz como tema “Inovar e crescer, construindo um país melhor”. 

Com informações da Assessoria de Imprensa da CBIC

Design Thinking é nova forma de encontrar soluções para problemas

Curso ensinará a utilização da ferramenta. Associados ABEMEC-DF têm desconto na inscrição.

Um problema pode ter várias soluções. Mas como encontrá-las de uma forma prática e inovadora? É isso o que o curso Design Thinking Fast Forward propõe: mudar o modelo mental de profissionais que precisam começar a pensar em soluções. Nos dias 25 e 26 de maio, filiados à Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos – Seção Distrito Federal (ABEMEC-DF) terão a oportunidade de participar do treinamento com desconto especial.

Mas o que é Design Thinking afinal? De acordo com Frederico Nobre – o articulador de aprendizagem no curso –, “o Design Thinking é uma abordagem para resolver problemas, de qualquer área ou natureza, seja de ordem mais estratégica ou até mesmo algo mais específico, como a criação de um novo produto, serviço ou processo”.

Na programação do curso, serão abordados assuntos como Valores do Design, O que é Inovação, Design e Design Thinking, Duplo Diamante, Triangulação de Pesquisa, Jornada do Cliente, Mapa de Atores, Mapa de Empatia, Processo de Ideação e Prototipagem.

Sobre o articulador – Frederico Nobre é empreendedor e co-fundador da Valor Consultoria e Desenvolvimento. Graduado e especialista em Administração, possui formação em Design Thinking e em Design de Serviços (Escola de Design Thinking), acredita em negócios centrados nas pessoas com objetivo de atender, genuinamente, as suas necessidades.

Desconto para ABEMECianos – o curso tem carga-horária de 12 horas de prática e compartilhamento de experiências. O valor integral é de R$500, mas filiados à ABEMEC-DF têm desconto especial de 10%. Para garantir sua vaga envie um e-mail paraEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Mais informações:
Curso: Design Thinking Fast Forward
Data e horário: 25 de maio (às 18h30) e 26 de maio (8h30 às 18h)
Local: Espaço 365 (Quadra SCLRN 705 Bloco E, Loja 08, Asa Norte), Brasília, DF
Mais informações: https://www.sympla.com.br/design-thinking-fast-forward__241833

Confea acata indicação da FENEMI ao Livro do Mérito

A Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI) indicou o engenheiro mecânico Alberto Leite Barbosa Belchior para ser homenageado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) com a inscrição no Livro do Mérito, uma homenagem póstuma. A indicação foi acatada pela Comissão do Mérito da instituição e a honraria será entregue aos seus familiares.

A outorga é concedida anualmente durante a realização da Semana Oficial da Engenharia e Agronomia (Soea), que na sua 75ª edição, será sediada em Maceió, Alagoas, entre os dias 21 e 24 de agosto. As instituições são convidadas a indicarem aqueles profissionais com reconhecida carreira profissional pautada na ética e contribuições para o desenvolvimento e defesa da Engenharia Nacional.

“Sentimo-nos muito honrados e gratos pela homenagem que será concedida a este notório profissional da Engenharia Mecânica nacional”, afirmou o presidente da FENEMI, Marco Aurelio Candia Braga.

Alberto Leite Barbosa Belchior – O engenheiro mecânico cearense foi indicado pelo ex-presidente, atual membro do Conselho Executivo da FENEMI, eng. mec. Jorge Nei Britto. Sua história foi marcada por relevantes contribuições ao Sistema Confea/Crea e Mútua. Destaques para os serviços prestados ao Confea, ao Crea-CE, no fortalecimento das Entidades de Classe (SENGE; AEMI-CE; CEC), das profissões, e aprimoramento técnico profissional. Belchior colaborou ainda no setor público, contribuindo no Departamento de Edificações Rodagens e Transportes -DERT, participando de diversos projetos governamentais. Sua atuação como engenheiro, na gerência e consultoria, de diversas empresas privadas, revelou sua importância na Engenharia. Belchior faleceu em março deste ano.

São 24 agraciados no Livro do Mérito e na Medalha do Mérito e três menções honrosas a entidades.

Ministério do Trabalho altera a NR-12

O Diário Oficial da União da terça-feira, dia 15 de maio, apresenta a nova redação da Norma Regulamentadora 12 (NR-12), que dispõe sobre a Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. As alterações na redação foram feitas pelo Ministério do Trabalho, por meio da portaria n.º 326, de 14 de maio de 2018.

São alterados diversos dispositivos, dentre eles inclusão de itens que regulam o transporte de cargas em teleférico nas áreas internas e externas à edificação fabril. Também inclui a alteração da redação do item que dispõe sobre a utilização de dispositivos de acionamento bimanual.

A nova redação redefine os conceitos de dispositivos de acionamento bimanual, de ação continuada e de acionamento por movimento limitado passo a passo (também conhecido como dispositivo de comando limitador de movimento. No glossário da NR-12, há a inclusão de novos itens, tais como teleférico, dispositivo de restrição mecânica, dispositivo limitador e dispositivo de obstrução.

Por último, a norma altera a redação do item que norteia a adoção de sinalização de segurança nas máquinas autopropelidas e implementos.

A portaria já está em vigor. Para consultar as alterações na integra, acesse o Diário Oficial da União de 15 de maio de 2018, Seção 1, página 61: http://imprensanacional.gov.br/

Mães da Engenharia: o equilíbrio entre a dedicação à profissão e aos filhos

No próximo domingo, dia 13 de maio, é comemorado o Dia das Mães. Uma data marcada por homenagens às mães, que em suas duplas, triplas jornadas, se desdobram em várias para dar atenção e educação aos filhos, cuidarem do trabalho doméstico e ainda se dedicarem com maestria à vida profissional.

A Federação Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI) foi atrás da história por trás da rotina dessas mães, que se dedicam à Engenharia e à maternidade. Apresentamos duas Engenheiras Mecânicas, a Alzira Nogueira, de Dourados, MS, e a Michele Costa, de Camaçari, Bahia, diretora da FENEMI.

Confira um pouco mais das histórias dessas mães Engenheiras:

 

Michele e as filhas

Michele Costa é Engenheira Mecânica e mãe da Ana Laura, de 14 anos, e da Ana Elisa, de 11 anos. Para ela, “não é nada fácil” equilibrar os papéis de mãe e profissional, principalmente quando se tem uma filha adolescente. “Desde cedo sempre foi passado para elas a necessidade de me firmar não só como mãe mas também como profissional e hoje elas entendem as ausências e, muitas vezes as viagens, fazendo com que tenham orgulho e da importância das atividades que faço”.

Sobre os desafios da área, que é predominantemente masculina, Michele conta que tem o hábito de explicar às filhas que possuem a mesma competência e capacidade dos homens. “Não podemos nos deixar intimidar pelos desafios que acontecem meios machistas onde somos a exceção. Mostrar nossas habilidades junto com nosso cognitivo faz toda a diferença para nos destacarmos”.

E o interesse pela Engenharia? Michele conta que o marido foi quem apresentou a Engenharia. “Ele também é Engenheiro Mecânico... (risos) e de cara me identifiquei com a área. Na época, eu estava concluindo o curso de Biologia e conhecer esse novo mundo me fez mudar de área. Tive todo apoio e incentivo dele, mas fazer Engenharia já com família não foi fácil e, ao contrário do que muita gente pensa, que ele me ajudava... ele incentivava e dizia que o curso dele já tinha sido concluído e EU precisava fazer o meu”. 

Michele conclui falando sobre sua rotina. “Além de administrar a família, tenho que conciliar com a atividade de professora, conselheira do CREA-BA, Diretora da FENEMI, aulas de inglês e pós-graduação em Engenharia de Segurança. Organizando o tempo é possível viajarmos juntos, passearmos, cinema, aniversários e buscando o melhor para minha família de forma que tenham orgulho de tudo que faço é sempre pensando no nosso bem-estar.”

 

Alzira e os filhos

Alzira Nogueira é Engenheira Mecânica, reside em Dourados, Mato Grosso do Sul e é mãe do Luiz Renato, de 15 anos, e da Camila, de 10 anos.

Sobre o equilíbrio entre a carreira profissional e a maternidade, Alzira diz que é preciso dosar os dois papeis, pois ambos são importantes. “A atuação profissional é importante tanto como realização pessoal como no papel de mãe, pois ajuda a prover o necessário para os filhos. O equilíbrio existe quando se percebe que a atuação profissional não anula o papel de mãe em sua plenitude e vice-versa, mas confesso que muitas vezes fico em dúvida se fiz o certo nas escolhas como mãe ou como profissional”.

Sobre a igualdade de gêneros na profissão, Alzira afirma que sempre encarou com normalidade estar em um ambiente predominantemente masculino. Se não foi implantado preconceitos na mente deles, não há dúvidas e nem o que discutir, logo, só existe a igualdade de gêneros na minha profissão e sem questionamentos por parte dos meus filhos.

Quando identificou seu desejo/aptidão para a Engenharia? Teve o apoio dos pais e familiares?

Venho de uma família de engenheiros! Sempre tive afinidade com os conteúdos da área de exatas. A Engenharia sempre me pareceu a opção mais sensata e fácil. Tenho certeza que meus pais me apoiariam em qualquer profissão que eu decidisse ter.

Temos nomes importantes de mulheres que fizeram história nas diversas áreas da Engenharia. Quem te inspirou a seguir nessa profissão?

Na verdade, a decisão pela Engenharia foi pela afinidade com as áreas de exatas, mas as civilizações estão cheias de obras da Engenharia que me fascinam. O desenvolvimento tecnológico obtido através de estudos e trabalhos dos diversos engenheiros é deslumbrante e tenho profunda gratidão a eles, pois ajudaram grandemente a chegarmos no desenvolvimento que temos hoje na humanidade. É inspirador pensarmos nas fontes alternativas de energia que estão sendo desenvolvidas e pesquisadas, nos diversos materiais (ligas) que estão sendo pesquisados para uso na medicina, nos estudos sobre transformação do lixo em materiais úteis ou em energia, no desenvolvimento de carros autônomos ou em meios de transportes mais rápidos e mais seguros, etc.

Quais atividades fazem parte da sua rotina no trabalho e em família?

Como sou profissional liberal, às vezes não tenho muita rotina, mas adianto que conto muito com a ajuda do meu marido e da minha mãe, além da compreensão dos meus filhos. É muito importante termos em quem nos apoiarmos, pois é muito difícil conciliar os dois papéis sozinha. Às vezes, quando pego um serviço e é urgente, tudo o que me resta a fazer de estratégia é listar os horários e obrigações das crianças e pedir para que meu marido e minha mãe se revezem no cuidado com eles. Lógico que isso não pode durar por muito tempo (risos).

PMOC em pauta

O vice-presidente da ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento), Gilberto Machado, juntamente com o vice-presidente de Marketing e Comunicação, Arnaldo Lopes Parra, reuniram-se com o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (SP). Em pauta, o Plano de Operação, Manutenção e Controle (PMOC) de aparelhos de ar-condicionado, cuja lei torna obrigatória sua execução, foi sancionada em janeiro deste ano, pelo presidente Michel Temer. O deputado foi relator do projeto.

A nova lei nº 13.589 estabelece a obrigatoriedade na adoção dos procedimentos de operação, manutenção e limpeza, regulamentadas com base nas normas da ABNT e Resoluções do CONFEA e ANVISA, que devem ser executadas em edifícios de uso público e coletivo “visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes”.

No último dia 16 de abril, a ABRAVA e a SINDRATAR (Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado de São Paulo), com o apoio da Federação Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), realizaram um seminário para debater a nova lei. Em junho, no dia 4, haverá a segunda edição do evento na sede da FIEMS, em São Paulo.

A FENEMI, mais uma vez será apoiadora do evento. Segundo o presidente, eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, o assunto precisa ser amplamente debatido e difundido na sociedade brasileira. “A lei é uma exigência em favor da saúde da população e a FENEMI defende enfaticamente a indispensabilidade de um engenheiro mecânico à frente da execução do PMOC”, ressalta.

Presidente da FENEMI conhece novas tecnologias industriais na Envase Brasil 2018

O presidente da Federação Nacional da Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, prestigiou a feira Envase Brasil, realizada entre os dias 24 e 27 de abril, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. O evento, que recebeu apoio oficial da FENEMI, reuniu 7.320 profissionais da cadeia produtiva de bebidas e alimentos.

Em quatro dias de evento, 164 expositores apresentaram novidades em tecnologia com um volume de negócios estimado em R$ 100 milhões. O evento contou, ainda, com uma intensa e diversificada programação paralela com palestras, workshops e rodada de negócios. “A participação da FENEMI em um dos eventos que é referência nacional no setor de bebidas e alimentos vem reforçar a importância do Engenheiro Mecânico e Industrial no crescimento neste segmento”, afirmou o presidente da FENEMI.

“O mercado cervejeiro e de vinhos está movimentando os pequenos empresários, o mesmo que está ocorrendo com o mercado da carne. A gourmetização dos produtos, bebendo e consumindo menos até, mas melhor. Estão se criando nichos de mercados e isso abre toda uma frente de serviços para as Engenharias: responsabilidade técnica, NR 13, NR 12, e refrigeração, só para citar algumas”, complementou.

Já na 13ª edição, a Envase 2019 já tem data e local definidos: será em Recife, Pernambuco, entre os dias 13 e 16 de agosto. A fusão entre Envase Brasil e Embala Nordeste pretende ampliar o alcance das feiras em todo território nacional. A edição de 2020 será realizada no Sul, intercalando as regiões.

“A Envase atravessou duas décadas e hoje se firma em diversos segmentos, o que nos orgulha por vermos que estamos falando com diversos públicos que, juntos, têm em comum o desejo de desenvolver setores produtivos”, destaca o presidente da Envase Brasil | Embala Sul, Vicente Puerta.

Para Luiz Fernando de Oliveira Pereira, diretor executivo da Feira Embala,"a intenção é ampliar a presença de microcervejarias em 2019, acompanhando o movimento do setor na região. “A Embala tem tradição no setor de envase. Com esta fusão, esperamos aumentar o número de empresas de tecnologia para equipar a indústria de alimentos e bebidas do Nordeste brasileiro”, explica. “Vamos acrescentar novos fornecedores para ajudar ainda mais a desenvolver essa cadeia. Estamos dando um grande passo".

Mais informações: www.envasebrasil.com.br

Com informações da assessoria de imprensa da Envase Brasil

Presidente da FENEMI visita CREA-RS

O apoio do CREA-RS para a regulamentação da Lei 13.589, sancionada em janeiro deste ano, e que trata da manutenção de instalações e equipamentos de sistema de climatização de ambientes, foi pauta novamente da reunião entre o presidente da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), Engenheiro Mecânico Marco Aurelio Candia Braga, e o presidente do Conselho gaúcho, Eng. Civil Luiz Alcides Capoani.

Também presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos (Abemec-MS), o Eng. Marco Aurélio veio acompanhado do presidente da Abemec-RS, Eng. Mecânico Carlos Roberto S. da Silveira, e do diretor social da entidade, Eng. Ivo Germano Hoffmann.

Na ocasião, os representantes reinteraram o apoio do Conselho gaúcho para a causa dos Engenheiros Mecânicos com relação a inclusão da indispensabilidade do profissional da área Mecânica na regulamentação da lei.

Em seu primeiro artigo, a legislação determina que todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizados artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) dos respectivos sistemas de climatização, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

A legislação diz ainda que o ar condicionado deve obedecer a parâmetros de qualidade do ar em ambientes climatizados artificialmente, em especial no que diz respeito a poluentes de natureza física, química e biológica, suas tolerâncias e métodos de controle, assim como obedecer aos requisitos estabelecidos nos projetos de sua instalação.

Para o presidente da FENEMI, o PMOC é um investimento para as empresas, pois haverá um retorno em aumento de produtividade e redução de custos médicos. “Não é custo para as empresas, mas um benefício se for feito sob responsabilidade técnica de um Engenheiro Mecânico”, explicou.

Aguardada há tempo pelo setor, a nova lei deve padronizar os procedimentos de manutenção e limpeza com base nas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O objetivo principal é preservar a saúde dos ocupantes de edifícios.

De acordo com o presidente da Abemec-RS, Eng. Mec. Carlos Roberto Silveira, o principal foco da entidade agora é buscar que a regulamentação da legislação seja célere, pois é a partir dela que começam a constar os prazos para adequação das edificações. “A Lei sem a regulamentação se torna pouco efetiva, pois não há, por exemplo, como cobrar quem assinará esses planos. Também é importante neste momento detalharmos o que pretendemos nessa regulamentação”, explicou.

Segundo ele, é fundamental o apoio do CREA-RS, no sentido da efetividade da fiscalização no setor, para garantir a responsabilidade técnica do profissional legalmente habilitado.

Texto e foto: CREA-RS

Presidente da FENEMI prestigia lançamento da SOEA, em Maceió

O presidente da Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (FENEMI), eng. mec. Marco Aurelio Candia Braga, esteve presente na solenidade de lançamento da Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA), realizada em Maceió, Alagoas, no último dia 19 de abril. A 75ª edição do evento tem como tema “Engenharia e Ética na Reconstrução do País”, e será realizada entre os dias 21 e 24 de agosto deste ano.

“É um momento crucial para a Engenharia Nacional, que precisa demonstrar força e união necessárias na reconstrução do Brasil, um trabalho que necessita ser pautado na ética. A Engenharia precisa recuperar o respeito e a responsabilidade que sempre lhe foram inerentes no desenvolvimento nacional”, declarou o presidente da FENEMI.

No auditório da Associação Comercial de Maceió, os presidentes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, eng. Joel Krüger, e o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (CREA-AL), eng. Fernando Dacal, destacaram o momento de esperança para a Engenharia e para o País. “É a hora de a Engenharia voltar a ser valorizada, é a hora da virada. Só reconstruiremos o Brasil com ética e com Engenharia”, afirmou Dacal. “Aqui está um grupo representativo de lideranças da Engenharia. Precisamos estar juntos nesta retomada de desenvolvimento. Precisamos definitivamente olhar o que é melhor para o Brasil e a sociedade brasileira, deixando as nossas diferenças de lado”, considerou Krüger.

“Precisamos recolocar o Brasil no cenário internacional como a potência que nós somos em todas as áreas. A Engenharia brasileira tem que ser a locomotiva desse desenvolvimento. Ela é destaque internacional e temos que fazer valer essa importância”, discorreu Joel Krüger. Ainda em torno do tema da 75ª Soea, destacou o posicionamento do Confea contra a privatização da Eletrobras. “Temos que preservar a nossa soberania, preservar o capital tecnológico, valorizar as nossas profissões e empresas de Engenharia. Por isso, o Confea votou por unanimidade essa deliberação contra a privatização da Eletrobras. Não podemos deixar o patrimônio do povo e da engenharia brasileira ser vendido. Daqui a pouco temos vários profissionais estrangeiros competindo em condições desiguais. Temos dificuldades, os novos profissionais e as empresas nacionais. Estamos atentos aos interesses da Engenharia brasileira”.

União em nome da valorização da Engenharia também foi uma preocupação apontada pelo presidente do CREA-AL. “Precisamos unir toda a Engenharia brasileira com a Confederação Nacional da Indústria - CNI para que defendamos os interesses da Engenharia brasileira. O Brasil vive um momento difícil. É a hora de a Engenharia voltar a ser valorizada, é a hora da virada. Só reconstruiremos o Brasil com ética e com Engenharia. Vamos voltar a protagonizar o desenvolvimento nacional. Não admitamos mais que qualquer profissional de qualquer área venha discutir sem ter conhecimento técnico. Temos que fazer em agosto a nossa virada”, disse Dacal, revelando o convite a todos os presidenciáveis e expressando que a SOEA representará o início das comemorações de 50 anos do Crea, destacando a expectativa de divisas a serem trazidas para o Estado com o evento e a disposição para superar o êxito da SOEA de 2006, também sediada em Maceió, ao discutir temas como ética, sustentabilidade, mobilidade e formação profissional.
 
União pelo Brasil
 
O engajamento da Engenharia brasileira em prol de projetos como  o que reconhece a Engenharia e a Agronomia como carreiras típicas de Estado e outros tratados junto à Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, presidida pelo deputado federal alagoano Ronaldo Lessa (PDT), ausente por motivo de saúde, foi ressaltado pelo presidente Joel. “Precisamos discutir nossas questões internas na SOEA, mas o mais importante é discutir o que é de interesse do Brasil, das nossas profissões e dos nossos profissionais e empresas. Estamos devendo respostas e posicionamentos sobre essas questões que envolvem a Engenharia. É importante ouvir os candidatos, mas gostaria que eles também ouvissem as nossas propostas para que eles se comprometam com as nossas profissões, valorizem os nossos profissionais e as nossas empresas de engenharia, agronomia e geociências. Aqui está um grupo de lideranças. Precisamos estar juntos nesta retomada de desenvolvimento. Precisamos definitivamente olhar o que é melhor para o Brasil e a sociedade brasileira, deixando as nossas diferenças de lado”, conclamou, garantindo todo o apoio para que a 75ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia seja a maior de todas.

Hino ao avanço
 
Desde sua abertura, a cerimônia de lançamento da SOEA sugeria boas expectativas, quando o cantor e compositor alagoano Eliezer Setton surpreendeu o público, ao início de sua bela interpretação do hino nacional e do hino de seu Estado. Coligidas em alguns versos de sua versão não oficial - de autoria do paulista Américo de Moura Marcondes de Andrade, sobre a mesma melodia de Francisco Manuel da Silva, que se oficializaria décadas depois nos versos de Joaquim Osório Duque Estrada -, as origens do hino nacional, conduzidas à voz e ao violão de Eliezer Setton,  na terra do Proclamador da República brasileira, Deodoro da Fonseca, em um prédio que completa 90 anos como sede da Associação fundada em 1866, conforme citou o presidente Joel Krüger em seu discurso, trouxeram um novo alento aos mais jovens e mais experientes participantes em SOEAs. “Espera, o Brasil/Que todos cumprais/Com o vosso dever/Eia avante, brasileiros/Sempre avante! Gravai com buril/Nos pátrios anais/Do vosso poder/Eia avante, brasileiros/Sempre avante! Servi ao Brasil/Sem esmorecer/Com ânimo audaz/Cumpri o dever/Na guerra e na paz/à sombra da lei/À brisa gentil/O lábaro erguei/Do belo Brasil”, diz a letra na breve introdução, seguida pela versão consagrada entremeada melodicamente pelo hino alagoano.
 
Autoridades
 
Saudados pelos presidentes Fernando Dacal e Joel Krüger, presidentes de Crea, reunidos até esta sexta (20), na segunda reunião ordinária do Colégio de Presidentes, conselheiros federais, citados nominalmente pelo presidente do CONFEA, e conselheiros estaduais se uniram a lideranças como o presidente da Federação Nacional de Engenheiros – FNE, eng. civ. Murilo Pinheiro, o presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias – Ibape, ex-presidente do Confea e atual coordenador do Colégio de Entidades Nacionais – Cden, eng. civ. Wilson Lang, o Chanceler do Mérito, conselheiro federal Zerisson de Almeida, e o diretor-presidente em exercício da Mútua, eng. civ. Marcelo Morais.  A prefeitura de Maceió foi representada pelo engenheiro eletricista Fabiano Lins, enquanto o governo de Alagoas, pelo engenheiro civil Gustavo Lopes, diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas – IMA. A associação anfitriã, pelo presidente Kennedy Calheiros, enquanto a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, pelo 1º Vice-Presidente, Zezinho Nogueira, e a Universidade Federal de Alagoas – UFAL, pela reitora Maria Valéria Costa Correia. Presentes ainda o deputado federal Marx Beltrão (PSD-AL) e representantes do trade turístico do Estado. Na cerimônia, foi promovida ainda a obliteração do selo em homenagem ao evento.

Com informações do CONFEA

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